What a glorious feel
and I'm happy again!


Don Lockwood e Cosmo Brown já me inspiravam há muito tempo - sempre que sonhei em sapatear reproduzindo cenas clássicas em P&B ou até em cores granuladas, era a imagem dos dois que vinha à minha mente. Mas, em alguma curva da estrada eu acabei não seguindo a promissora carreira de sapateado - nunca é tarde, né? - e fiquei mesmo com os filmes para me alegrar. 

CORTA

Conheci o Jarbas (Homem de Mello) pra valer em Zorro. Lá foi quando liguei o rosto do ator que não me era estranho (claro, que não né Camilla: quantas vezes você tinha visto Rent até então?) ao nome. E passei a acompanhar e coisa e tal - esse hômi vai longe! E ele foi:


Então já era de se esperar que eu ficasse em polvorosa - como diria mamãe - quando descobri que ele não somente estava por trás da vinda de "Singing in the Rain" para o Brasil como ele protagonizaria o espetáculo. Cara, na boa: nada mais justo! Além de ter o perfil ideal, ele é ótimo sapateador - o que é fundamental para o papel, até mais que um rostinho bonito de galã dos anos 50. Some o nome Cláudia Raia à essa equação et voilà! Temos um musical de sucesso de público, bilheteria e aplausos!
Em tempo, preciso dar o devido crédito ao ator hiper talentoso, Reiner Tenente, no papel do melhor amigo de Don, Cosmo Brown. Com um solo magnífico, é outro nome que vou começar a acompanhar - me encantei e não foi pouco! 


Vamos às curiosidades: a empresa contratada para fazer chover no palco é londrina e a água da chuva é aquecida em 29ºC para evitar que Jarbas e o restante do elenco fiquem doentes com a quantidade de chuva que tomam por semana. As roupas deles são impermeáveis para não se encharcarem enquanto dançam e cantam na chuva e há uma estufa esperando nos bastidores para que se sequem imediatamente após a cena. Ah! As primeiras fileiras da plateia ganham capas de chuva como as da imagem acima (por motivos óbvios aos que já viram o filme) e estou doidinha para voltar nessa reta final de temporada e garantir a minha - são lindas! 

Cantando na Chuva fica - infelizmente - em cartaz apenas até 17 de dezembro. 
Confira o serviço abaixo.


CANTANDO NA CHUVA
Quintas e Sextas às 21h; Sábados às 17h e 21h; Domingos às 16h e 20h
Teatro Santander - Complexo do Shopping JK - Av. Presidente Juscelino Kubitschek 2.041
Ingressos de 50 a 260 reais disponíveis no Ingresso Rápido

Há pouco mais de um mês fui convidada pela Vizcaya para conhecer a sua nova máscara de tratamento da linha Ultra Brilho 4D. Para isso, fomos ao QG Beleza na Web ali de Moema, eu e outras convidadas, onde pudemos ter uma experiência completa da linha com profissionais muito queridos do Studio W. Lavamos, hidratamos, secamos e finalizamos o cabelo com os produtos da linha, para testar e experimentar tudo. Mas, como vocês sabem, já tem algum tempo eu prefiro testar mais de uma vez antes de vir falar aqui... 


Testei a linha completa por 1 mês inteiro no meu dia a dia o shampoo, máscara e sérum da linha. Mas, vamos dar um passo atrás, falar da experiência tendo o cabelo lavado (1) e depois conto da sequência, comigo lavando a juba em casa com todos os produtos (2)! :)

Ter os cabelos lavados por um profissional deveria contar como terapia, como mimo, como must-have na nossa listinha do bem-estar. Gente, sério: tem coisa mais deliciosa do que lavar o cabelo no salão num dia enxaqueca chata, que a gente simplesmente taca um shampoo seco (ou prende de qualquer jeito o cabelo) e aí, no meio do dia, consegue uma horinha e passa no salão. Pra mim, esse é um dos momentos de indulgência mais maravilhosos - seguido de perto, é claro, por uma massagem. 
Mas lavar os cabelos no salão é quase como uma massagem - então tá tudo certo! :P

Mas, sem mais delongas que eu amo um papo, vamos falar dessa novidade mara:


A máscara de tratamento ultra brilho 4D proporciona 95% mais brilho e até 9 vezes mais movimento para os cabelos a partir de 3 aplicações. No salão, os meninos potencializaram a máscara com um bump do óleo, da mesma linha, pois meu cabelo tá giga e ainda sofre com os efeitos do loiro nas pontas. Então, precisava de um quê a mais. Depois, em casa, passei a usar na ordem: shampoo, máscara e óleo para finalizar as pontas, com ele ainda úmido. 
Toda a linha Brilho + Vitaminas tem um composto de ativos tecnológicos e D-Pantenol, que auxilia na retexturização de revestimento da fibra capilar, um blend de vitaminas E, B3, B5 e B6 que ajudam fortificar um pouco mais os cabelos, água termal e proteção UV. 


Estou realmente encantada com os resultados da linha e com o plus da fragrância, super suave porém presente - dessas que não sai do cabelo rápido. A linha é indicada para cabelos que precisam de mais brilho e vitalidade e vocês podem descobrir mais sobre ela no site da Vizcaya. :)


Aproveito para agradecer a marca pela experiência e por esses produtos - que realmente estou amando! Me contem aqui embaixo se por acaso usaram e gostaram também!
AH! E se você estiver procurando um descontinho para suas compras de beleza já aproveita esse cupom do  http://www.cupomvalido.com.br/ e inclui a linha completa da Vizcaya pra testar também! ;)

Eu sei, eu sei.. você vai dizer, leitor, que demorou um tempão pra eu finalmente criar vergonha na cara e compartilhar esse post aqui. Eu sei. Mas eu mesma não sabia essa resposta até um ano atrás. Então, dá pra me dar um desconto, né? Agora eu sei. Agora eu tenho certeza do que dizer pra você, com base nas minhas experiências. E isso, acho que é o que você busca quando entra aqui - tô certa? :)

O que levar na mala para Paris no outono?



Paris no outono é uma visão de tão linda. E confesso que uma lágrima teimosa rola pelo rosto quando penso nas folhas ficando douradas e caindo no chão com o chacoalhar do vento nas árvores. Pareço estar descrevendo uma cena de filme mas, apenas estou lembrando de minha primeira tarde sentada no Sena vendo, exatamente, essa cena. Com a Torre ao fundo, e o rio também. Lógico. 
Falando de clima, não achei friiiiio como me fizeram crer que seria. De fato, o clima é friozinho. Imagine nosso inverno (nosso = São Paulo é a minha referência tá?). Bem, a média durante o dia fica entre 10 e 15 graus. E à noite cai para uns 6 ou 7 graus. Mas, como tudo na vida é relativo e Paris é uma cidade instável vou te dizer que basicamente você precisa se atentar a três fatores, no outono: vento, chuva e sol. 
Se ventar, a sensação térmica faz parecer muito mais frio que o real. Se chover, também. Se chover e ventar ao mesmo tempo você vai achar que já é inverno. Mas, se acalme: na maioria dos dias de outono, faz muito sol e venta/chove pouco. Então fica aquele clima delicioso e agradável para andar longas horas pela cidade. 

Sendo prática mesmo, o 'real feel' de outono em Paris se dá por dois meses no ano: setembro e outubro. Então deixar pra arrumar a mala pouco antes do seu embarque será uma opção sábia pois aí tem como ir acompanhando a meteorologia nos sites. Aconselho também a incluir Paris em seu aplicativo de clima no celular. Facilita MUITO a vida e eles geralmente acertam bastante as previsões e são uma grande ajuda na hora de se vestir. 

Vou deixar aqui a previsão de Outubro/2017 e também um gráfico com a média de temperatura segundo os meses do ano. Acho que vale a pena pra dar uma ideia geral pra quem nunca foi. Me ajudou muito na primeira vez. :)


Como vocês podem perceber, outubro não é um mês com temperaturas difíceis de lidar. Então, sem mais delongas, vamos à mala! :) Com as peças que escolhi abaixo dá pra ficar até 10 dias tranquilamente, sem ter que apelar pra lavanderia. Mas mesmo quem for para ficar mais tempo que isso, já consegue ter uma boa ideia do que é necessário para um turista se divertir em Paris no outono, sem passar frio nem calor!



Um erro grave que cometi na primeira vez que fui para Paris foi não levar na mala nenhuma camiseta de manga curta. Super erro! Todos os lugares que eu entrava tinham calefação e eu sinto muito calor pois sou do tipo de turista que ama caminhar de um ponto a outro. Então eu geralmente estava com o corpo quente e entrava em um lugar também quente. Queria morrer e antes que isso acontecesse corri numa loja comprar camisetas. Foco na calefação e não se deixem cegar pelo medo do frio.
A saia e os vestidos entram no mesmo alerta. Não adianta levar apenas calça com medo do frio. No outono (e falando por mim, até no inverno) você consegue sim usar meia-calça e saia/vestido.
Pensar em peças que conversem entre si cria uma gama gigante de opções com poucos itens na mala. Por exemplo, dá pra criar muito mais que 15 looks com as peças que selecionei na imagem aqui de cima. Vai de criatividade e disposição de pensar um pouquinho na hora de separar as coisas para a mala. Outro truque maravilhoso pra não perder tempo nas férias é já viajar com os looks fotografados no seu celular. Assim, agiliza o processo na hora de se vestir de manhã e você garante que estará sempre linda e aproveitando ao máximo seu tempo na cidade.
Ter um tênis confortável é de lei mas, uma bota básica e com um saltinho vai salvar sua vida se rolar aquela baladinha à noite. E de quebra, esquenta mais o pé que o tênis. ;) Ainda sobre calçados, muitos me disseram que era besteira levar sapatilha - discordo! Uma sapatilha básica também vai salvar seus looks para compromissos / programas mais arrumadinhos que você queira sair do look 'andanças'.

Eu alimento uma pastinha lá no Pinterest da Mademoiselle com inspirações de looks para cada estação do ano em Paris. E aqui, vocês conferem a de Outono: 


Para finalizar, acho que o segredo maior que posso compartilhar aqui é: pense em camadas e preste atenção às extremidades do corpo. Pés, mãos e pescoço estando bem aquecidos e protegidos, garantem um conforto inigualável. Se puder, inclua uma palmilha térmica na mala. Mantém os pés quentinhos e te ajuda a usar roupas mais leves, evitando suar. Suar no outono é perigoso pois o sol ainda esquenta e o vento é gelado. Ou seja: prato cheio pra ficar doente. E não é bem esse o propósito da sua viagem né leitor? ;)


Por último: leve roupas especiais. Estar de férias é o nível máximo de ter dias especiais todos os dias. Você merece suas peças mais amadas e únicas. Traga uma bolsa leve dessas de usar transpassadas no corpo para caminhadas e uma mochilinha/bolsa saco se precisar andar com mais coisas.
E lembre-se de reservar um espaço para compras. Paris tem inúmeras opções maravilhosas de consumo fashion por preços de cair o queixo. Você vai acabar levando algo para casa. Trust me!

- À bientôt, leitor! 

Há mais ou menos 8 meses eu vinha tendo dificuldade com cores. Eu tinha entrado num período #allblack forte e simplesmente não via mais a mesma graça nos vestidos e saias coloridos no meu armário. Depois de desistir de forçar a presença de cores no meu dia a dia e aceitar o momento, vivi um caso de amor com cada peça de roupa preta que eu tinha. Acreditem, cada peça. Real, oficial. Não consigo saber racionalmente quando esse período acabou mas, olhando minha timeline no instagram hoje eu percebi as cores e sorri: fiz as pazes com minhas roupas antigas! <3 


Eu também percebi que venho revivendo meu amor com saltos. O que me deixa radiante pois sempre tive verdadeira paixão por eles e me deprimia olhar a sapateira e vê-los constantemente 'esquecidos'. 
Mais uma vez, minha análise sobre os acontecimentos aponta para algo que eu já sabia: euzinha, querido leitor, eu me visto com alma e com coração. E cada look presente nesse blog e no instagram (me segue lá também, é @mademoiselleparis) representa isso. Representa uma fase, um sentimento, um pouquinho do sentimento que estava dentro e transparece nas escolhas e combinações que faço por fora. Vocês também se sentem assim com relação às roupas e acessórios que escolhem dia após dia? Já pensaram sobre isso? 


No fim, estou feliz. Esse tipo de histórico é bem o tipo de memórias que quero ter na velhice. Olhar uma roupa e lembrar das aventuras que tive com ela. Recordar um sapato que estava nos passos de uma nova jornada. Essas coisas me fascinam na moda e me fazem descobrir ainda mais sobre mim, meus desejos e sonhos. E sobre a história que quero contar. 

E vocês? Qual a cor do capítulo que estão escrevendo agora? A minha, com certeza, é o vermelho. 

Na última semana tive o prazer e a oportunidade de estar na estreia do musical "O Castelo Rá-Tim-Bum" no Teatro Opus, aqui em São Paulo. Sou da geração que cresceu com o clássico da TV Cultura e suas aventuras então fiquei bem mais que feliz de estar ali, prestigiando esse momento e revivendo essa parte feliz da infância. Em cena, Nino, Doutor Victor, Tia Morgana e vários outros personagens icônicos (principalmente se você tem seus quase 30 e poucos) farão você sonhar. A história não tenta ser mais um capítulo do que era a série na TV e traz uma história com começo, meio e fim sobre o aniversário de 300 anos do Nino.

Aliás, peço licença para falar um pouco do Nino. Roberto Rocha, ator dos mais incríveis que já tive a honra de conhecer nesses caminhos da vida. Há tempos não o via em cena. Bota tempos nisso. Pelo que sei, estava focado em dublagens e outros trabalhos na área artística. Sentia muita falta. Como sentia. Tem gente que por mais que tenha outros tantos dons, vinga melhor e mais forte ali, no solo do palco. Beto (já me sentindo íntima), é desses. Um papel delicioso e cheio de riscos, já que prevejo uma plateia quase sempre recheada de pessoas que tem cada movimento e detalhe da turma do Castelo na cabeça. Beto trouxe o menino sonhador, inocente e ansioso que é o Nino. E em momento nenhum conflita com nossas memórias. Acrescenta. Ajuda a criar novas.

Preciso também falar das crianças: Biba, Pedro e Zequinha. Quanto amor!
Na plateia, próximo à mim, Luciano Amaral - o Pedro da TV. Em alguns momentos da peça, confesso que ficava observando sua reação. E o brilho no olhar dele não me dizia outra coisa que não "poxa, que demais ver essa história ainda viva". A escolha do elenco para cuidar desses personagens foi, assim como no caso do Nino, hiper acertada. Aliás, acho que posso dizer isso sobre todo o elenco - que está integrado e enraizado em cada detalhe para fazer com que a experiência de crianças e adultos seja única. Mas, voltando às crianças: confesso que minha miopia não me permitiu ver qual das duas intérpretes fazia a Biba no dia da estreia. Tampouco reconheci, o Zequinha. Explico: esses papeis contam com mais de um interprete e pasmem: muito parecidos entre si, ainda mais após a caracterização feita. De qualquer modo, queria deixar aqui meus suspiros e aplausos para eles. Em especial para o menino que brilhantemente revive o Zequinha. <3

O espetáculo fica em cartaz até 19/11/2017 no Teatro Opus, com sessões aos sábados e domingos às 11 e 16 horas. Os ingressos variam entre R$25 e R$120 e como você já deve ter notado, eu acho que vale muito a pena você, leitor querido, ir lá conferir. ;)


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