Se alguém me dissesse, lá atrás, que com 30 anos eu faria um shooting (ensaio fotográfico) em Paris com um super fotógrafo e teria esse material comigo para guardar como recordação pro resto da vida - eu provavelmente não acreditaria. Não por que eu não gostasse de foto mas, por achar a ideia de ter alguém profissional me fotografando muito distante da minha realidade de criança do interior de São Paulo. Pois bem.... 

Mademoiselle Paris

Corta para 2017.
Eu, viciadíssima em fotos e vídeos que me tornei, hoje vejo essa paixão ser parte do meu trabalho. E mesmo assim, ao receber a confirmação da primeira sessão de fotos internacional (isso é chique demais gente!) da minha vida, senti um friozinho na barriga.

O fotógrafo que fez as fotos se chama Filipe Xavier, o @fotografoparis lá do insta, e eu me encontraria com ele para fazer esse ensaio que, pra mim, é ainda outra forma de registrar meu amor à cidade e a realização de sonhos.

O Filipe é um brasileiro que mora em Paris há cerca de 10 anos e tem como proposta contar histórias através das fotos, documentando dias felizes, sonhos realizados e momentos importantes na vida de seus clientes.

Mademoiselle Paris

Como a ideia é a de ter uma recordação atemporal de uma viagem inesquecível, desde o dia em que confirmamos nossas fotos comecei a pensar em como faria uma mala leve e que tivesse um número legal de looks para fotografar.

Logo de cara, pensei em usar e abusar de acessórios, que já são uma super dica para looks de inverno no geral. Chapéus, gorros, cachecóis e tiaras - bem como uma ou outra troca de tricot e casaco ajudaram a vencer esse desafio.

Levei um casaco pesado (azul) comigo no avião e outro, leve e muito quente (preto), na mala para Paris. Fora isso, escolhi duas peças de tricot que poderiam servir como camadas e também poderia estrelar - mudando a foto totalmente. Acho que o legal do inverno é bem isso: você tem o look fechado quando está na rua com casaco e um novo look ao tirar o casaco e os acessórios mais quentes. Acho que olhando as fotos, vai ficar ainda mais fácil de entender o que eu propus - vamos lá?

Mademoiselle Paris
Mademoiselle Paris

Quando falei com Filipe antes das fotos ele me disse que poderíamos ter uma troca de roupa, no café que iríamos fotografar. No mais, pela experiência dele, era legal abusar dos acessórios. 

E foi o que eu programei....

Mademoiselle Paris
Mademoiselle Paris

14h30
Começamos nossas fotos no Trocadéro e eu comecei exatamente com a roupa que fui encontrá-lo: térmica, suéter, saia de couro, meia-calça, casaco e tênis. Na cabeça minha boina P&B que sempre salva o dia e tem aquele caimento que beira a perfeição. Caiu uma super pancada de chuva bem no momento que nos encontramos mas, 30 minutos depois já começamos a fotografar em frente à minha adorada Tour Eiffel. Aqui já dá pra ver uma certa versatilidade - duas fotos diferentes apenas com a inserção do casaco. 

E então, troquei de boina...

Mademoiselle Paris

Seguimos descendo a praça em direção à torre e então, fiz mais uma mudança: troquei de casaco e de boina. Troca simples, que pode ser feita normalmente na rua. Mas que fez TODA a diferença nas fotos... aqui já temos o 3º look!

p.s.: juro que não estudei a paleta de cores do carrossel antes, a coincidência aí só pode ser sintonia de minha pessoa com o inverno e com a cidade... <3 

Mademoiselle Paris
Mademoiselle Paris

Eu fiquei encantada com absolutamente todas as fotos e looks mas, se eu precisasse escolher apenas um, teria sido esse que usei para fotografar junto do carrossel. Não me canso das cores, da aura e da magia presente nelas. E óbvio: provavelmente não teria ficado tão perfeito se eu tivesse tentado produzir algo casado com o cenário! 😂

Na sequência ao carrossel, seguimos para um mirante próximo ao Trocadéro e, lá, troquei a boina por um chapéu preto de veludo. Voilà!

Mademoiselle Paris

Para variar ainda mais, ali mesmo no mirante, fizemos algumas fotos sem o casaco e troquei o chapéu por uma tiara bem chamativa que dava outra vibe ao mesmo figurino.

Mademoiselle Paris

15h45
Saindo dali, fechei meu casaco preto no corpo para me aquecer e também aproveitei para me enrolar no cachecol e abusar de luvas. O dia estava mais gelado pós-chuva e eu ficava bastante parada para fazermos as fotos, o que é normal mas, me deixou um pouco com frio. Caminhamos então até um café delicioso na esquina da Rue Benjamin Franklin com a Rue Vineuse - se não me engano o nome do lugar era Le Franklin Brasserie. Pegamos uma mesa do lado de fora, pedimos nossos chocolates quentes e.... 

Mademoiselle Paris

Namore alguém que te olhe como eu olhava para esse chocolate....

Mademoiselle Paris

Lá no café mesmo, aproveitei para fazer minha única troca de roupa que precisava de banheiro. Troquei a saia e a camisa por um vestidinho preto que eu amo e que acho ser a cara da cidade. Troquei o tênis por sapatilha e troquei também o tricot verde por essa gola alta vermelha. A tiara era a mesma de corações que eu já estava usando nas fotos do café...

Mademoiselle Paris

16h30
Ao chegarmos na Pont de Bir-Hakeim eu me senti de fato entrando nas minhas pastas de inspiração do Pinterest: meu Deus, nem consigo acreditar que sou eu ali na foto. Mais um momento de coração quentinho e sonho realizado para a conta! 

Mademoiselle Paris

Acho que aqui vale falar também que, fazer fotos é uma arte que leva algum tempo. Você precisa estar ciente que vai ter que aproveitar os microssegundos em que não tem ninguém passando atrás de você e/ou que não tem veículos se aproximando. Eu não ligo pra isso, sei que é cansativo mas me divirto tanto no processo que não ligo mesmo de passar aquele tempo ali, construindo essas lembranças da melhor forma possível. :)

Para diferenciar novamente as fotos, tirei o casaco e a blusa de gola alta e coloquei minha boina vermelha, uma das aquisições dessa viagem... 

Mademoiselle Paris
Mademoiselle Paris

Ainda para mostrar como simples detalhes fazem a diferença, troquei apenas a cor da boina e.... 

Mademoiselle Paris

Na sequência fomos fazer umas fotos mais quentinhas (leia eu me encapotei de novo pois, não curtimos hipotermia! rs). Agora, coloquei o cachecol preto e branco que é bem mais quente e mudei para a boina preta que achei ter muito a vibe da Bir-Hakeim. Ali na ponte tem um recuo, como tem em várias outras pontes de Paris mas, nesse, a foto com a torre e o Sena fica de um angulo de chorar de tão lindo. E eu estava quase chorando com o pôr-do-sol atrás do Filipe e sua câmera nesse momento... ô sorte! 💖

Mademoiselle Paris
Mademoiselle Paris

Aqui já dá pra ver um pouco melhor o recuo e o céu ficando azul mais escuro, para combinar com meu casaco.... valeu Deus!

Mademoiselle Paris

Voltei para o casaco azul mas, dessa vez com o cachecol colorido jogado no pescoço e minha boina preta ajudando a dar aquele ar de look mais despojado: pronta para uma taça de vinho no fim do expediente essa francesinha.... 

Mademoiselle Paris
Mademoiselle Paris

Beijo para o pôr-do-sol que não consegui fotografar mas, que meus olhos vão sempre recordar.. 

Enquanto eu trocava de look pela derradeira vez ali ao lado de um dos pilares da ponte, o céu ficou de um tom inexplicável e deixou o contraste com a Torre, ainda mais lindo!

Mademoiselle Paris

17h30
Como a noite já seria uma realidade em questão de minutos, voltei para o meu tênis quentinho. Também voltei para o casaco preto que, apesar de mais leve que o azul é infinitamente mais quente. E me diverti com as peripécias do vento, tentando tirar ora minha boina, ora meu cachecol. 

Mademoiselle Paris

Um batonzinho faz uma diferença no look dia vs noite, né mores?

Mademoiselle Paris

Resumindo:
Foram mais ou menos 3 horas fotografando pelos arredores da torre, 12 looks no total, mais de uma centena de fotos e lembranças que vou levar por toda uma vida. Prova de que super dá pra viajar no inverno só com uma mala de mão e ter muitas fotos lindas - inclusive. Com esses looks + algumas calcinhas limpas e + duas ou três camisetas térmicas vocês passam 15 dias facilmente. Não é fácil logo de cara mas, é fácil. Acreditem, a chave de tudo é planejamento. E eu aprendi isso na marra, fazendo, pra conseguir realizar meus sonhos. E se eu conseguir ajudar um tiquinho que seja na realização do sonho de você, leitor, já ganhei meu dia. :) 

Quanto às fotos, não tenho palavras para descrever (ainda mais) o trabalho do Filipe. Amei. Mais um sonho que se realiza e vou poder mostrar pra meus netinhos quando estiver bem velhinha. Mas, por hora, compartilho com vocês. 

Acreditem no sonho. Se planejem. Pensem nos detalhes e troquem uma ideia com o Filipe (é @fotografoparis lá no insta!) para terem as memórias de vocês registradas ad eternum. Muito mais legal que um souvenir qualquer de lojinha (apesar de eu também amar essas coisas *risos).


- À très bientôt @fotografoparis, faremos novas lindezas dessas bem em breve! 😍
Minha conexão com Paris é algo que com certeza vem de outras (várias) vidas.


Eu sabia, ou melhor, eu sentia isso antes mesmo de vir pra cá da primeira vez.
Impossível descrever o sentimento que se apossou de mim quando cheguei à cidade em uma ensolarada manhã de outono.


Me senti novamente a menina, que estava chegando na cidade grande.


A cada passo que eu dava pelas ruas, reconhecia um lar.

A cidade me acalentava independentemente do vento gelado que vinha me envolver.

Paris me abriu os braços quando os céus anunciavam tempestade.

E logo depois me presenteou com um lindo pôr-do-sol.

Um não, vários!

Meu refúgio, meu cantinho no mundo, onde o coração sorri e a alma fica em paz: meu lar.

Eu te agradeço Paris por me aceitar como eu sou - e incentivar meus caminhos.

Obrigada por ser o porto seguro que sempre sonhei e por abrir para mim as portas do mundo.

Sempre teremos uma à outra.

Com amor....

                                                                                                                                                                     [Fotos: Filipe Xavier]    

...
Se quiser ouvir essa carta, dá o play:

Desde que decidi passar o Natal e o Réveillon em Paris nessa última temporada de férias, sabia que seria mágico. A minha relação com a cidade já me permitia saber isso, mesmo sem saber exatamente o que eu faria, com quem estaria ou onde.

Mas, bastou eu começar a procurar para descobrir uma infinidade de coisas incríveis sobre a época que, pra mim, é a melhor e mais linda do ano. Uma das primeiras coisas que decidi "bookar" para fazer foi um tour no Chateau Vaux Le Vicomte.
Esse castelo, que fica a mais ou menos 50km de Paris foi basicamente a inspiração para o Palácio de Versailles, que visitei na primeira vez que fui à França - e contei sobre a experiência aqui. ;)

Chegando à Vaux-le-Vicomte, palácio setecentista no sudeste de Paris
O palácio ganha decoração especial no Natal e é um super programa - não apenas para turistas - familiar

O tour dura uma tarde inteira e a atmosfera do castelo é mágica, desde o trajeto até seu interior, de fato. Nos encontramos na sede do ParisCityVision por volta de 1 da tarde e, meia hora depois, iniciávamos nosso trajeto até o castelo em uma confortável van. Eu sou suspeita pois adoro o visual do inverno mas, ver as estradas com aqueles tons de cinza e árvores de galho seco foi bem poético. No caminho passamos por pequenas vilas com casinhas que mais pareciam ter sido trazidas à realidade de uma tela de cinema - e o filme era de época - coisa mais linda! 

Não consegui descobrir o nome da vila mas, sigo encantada por ela!

1h30 de estrada depois chegamos ao estacionamento do chateau e, como é de praxe, nossa acompanhante do ParisCityVision nos acompanhou até a entrada, nos entregando nossos bilhetes de acesso e dando algumas dicas preciosas. A melhor delas, pensando agora, foi: se concentrem no castelo pois, por conta da chuva, deve estar lotado. 

Enquanto esperava na fila, não pude deixar de me fascinar com os detalhes na fachada do chateau...

Dito e feito, a fila para entrar no castelo estava gigantesca mas, antes de chegar até ele, passamos por algo que parece uma estrebaria, já com motivos natalinos, muita decoração pensada para crianças e também itens de época como algumas charretes. O lugar é lindo e fica bem lotado de crianças encantadas com a decoração que "parece de algodão doce". 
Passada essa etapa você verá à sua frente o caminho para o Chateau (deslumbrante a vista de longe) e também, no meu caso, da fila na frente dele. No dia de minha visita fazia muito frio com vento e chuva para ajudar a cair um pouco mais a sensação térmica. Por isso na fila, funcionários do palácio serviam chocolate quente para as pessoas. Achei uma graciosa atenção. Depois, percebi que eles também fizeram pequenas fogueiras meio que ao longo da fila, mas que apagavam quando a chuva aumentava sua intensidade. 

Perdi preciosos 45 minutos na fila e depois de entrar, peguei meu áudio-guia em português (do Brasil!) e iniciei meu tour. O chateau é menor que Versailles mas recebe tantos visitantes que, comparando, achei mais claustrofóbico - muita, mas muita gente mesmo, por metro quadrado. Muitas crianças, infinitamente mais do que havia visto quando visitei Versailles no ano interior. E, uma curiosidade: vi muito mais famílias francesas do que turistas gringos. Franceses levando filhos para ensinar história em um lugar tão carregado dela. Achei incrível mas, com as crianças você vai precisar de uma dose extra de paciência. Os ambientes ficam mais barulhentos e felizes e, algumas vezes, elas vão "furar a fila" à sua frente. Ok, nada demais, segue o baile!

Aposentos de Marie Madeleine, esposa de Fouquet e senhora de Vaux-le-Vicomte

O primeiro andar é dedicado a te mostrar a história de Nicolas Fouquet, o ministro das finanças de Luis XIV que idealizou e construiu o Chateau Vaux-le-Vicomte. Seus quartos, inspirações, ligações políticas, interesses, tramóias... tudo isso é bem detalhado durante a visita do primeiro andar. Ao descer, somos conduzidos para outra área, a dos criados. Confesso que, nesse ponto da visita, estava com medo de não ter tempo de chegar à nossa cereja do bolo: a decoração de Natal do palácio. E, por isso, passei meio correndo por ela. 

E chegamos às alas de natal! <3 

Eu viro criança quando o assunto é natal com neve... <3

Salões e mais salões nos motivos natalinos, com direito à árvores gigantescas, mesas lindíssimas, lareiras aconchegantes e trilha sonora garantindo a aura mágica que o Natal merece. 

Como foquei no interior do palácio por conta da chuva, pretendo voltar à Vaux-le-Vicomte para conferir seus inúmeros jardins. Com certeza, é um passeio também muito lindo de se fazer no outono ou primavera, com temperaturas amenas e, sem previsão de chuva! Antes de me reunir com o pessoal da ParisCityVision novamente, eu obviamente passei pela boutique de souvenirs, onde adquiri e já estou devorando um livro sobre a história do Chateau. E também uma caneca divertidíssima que deixarei a foto para vocês aqui embaixo! :)

Chegamos de volta em Paris perto de 18h30 e ainda consegui parar para um chocolate quente vendo as luzes brilhantes do Jardin des Tuileries antes de ir para casa jantar. Que dia absolutamente delicioso, amei e recomendo o passeio - fez minha época de festas ainda mais mágica e feliz. E tem inúmeros outros passeios temáticos no site, vocês podem conferir clicando aqui para saber o que fazer quando estiverem Paris para o Natal e o Réveillon

Na caneca que comprei, cada lado dizia uma coisa: Marie Madeleine, dizia "a elegância sou eu" enquanto Nicolas Fouquet dizia "a inteligência sou eu". Qual lado você usaria hoje? Rá!

Confira também o vídeo sobre a experiência ;)



- À bientôt Vaux-le-Vicomte!
Desde sempre, tenho uma identificação gratuita com quem compartilha comigo o sonho da cidade-luz. São tantas histórias, tantos recomeços, tantas lágrimas e tantos risos que nos unem, a empatia aqui, é fácil. E sempre que posso conhecer pessoas que dividem esse sonho comigo, vibro. É tão gratificante e energizante ouvir as histórias, compartilhar as memórias.. 


Dá o play no meu bate-papo com a Mari, do @tips.paris - foi delicioso! E de quebra, já deixo uma dica de lugar bacana para um chá da tarde diferente. O Laouz Patissêrrie é uma casa argeliana que tem opções salgadas e doces para acompanhar seu chá da tarde, além de um delicioso ambiente e atendimento gentil. Esse em que gravamos fica na Rue Saint-Honoré, pertinho do Louvre, e vale demais a visita ;)



- À bientôt!
What a glorious feel
and I'm happy again!


Don Lockwood e Cosmo Brown já me inspiravam há muito tempo - sempre que sonhei em sapatear reproduzindo cenas clássicas em P&B ou até em cores granuladas, era a imagem dos dois que vinha à minha mente. Mas, em alguma curva da estrada eu acabei não seguindo a promissora carreira de sapateado - nunca é tarde, né? - e fiquei mesmo com os filmes para me alegrar. 

CORTA

Conheci o Jarbas (Homem de Mello) pra valer em Zorro. Lá foi quando liguei o rosto do ator que não me era estranho (claro, que não né Camilla: quantas vezes você tinha visto Rent até então?) ao nome. E passei a acompanhar e coisa e tal - esse hômi vai longe! E ele foi:


Então já era de se esperar que eu ficasse em polvorosa - como diria mamãe - quando descobri que ele não somente estava por trás da vinda de "Singing in the Rain" para o Brasil como ele protagonizaria o espetáculo. Cara, na boa: nada mais justo! Além de ter o perfil ideal, ele é ótimo sapateador - o que é fundamental para o papel, até mais que um rostinho bonito de galã dos anos 50. Some o nome Cláudia Raia à essa equação et voilà! Temos um musical de sucesso de público, bilheteria e aplausos!
Em tempo, preciso dar o devido crédito ao ator hiper talentoso, Reiner Tenente, no papel do melhor amigo de Don, Cosmo Brown. Com um solo magnífico, é outro nome que vou começar a acompanhar - me encantei e não foi pouco! 


Vamos às curiosidades: a empresa contratada para fazer chover no palco é londrina e a água da chuva é aquecida em 29ºC para evitar que Jarbas e o restante do elenco fiquem doentes com a quantidade de chuva que tomam por semana. As roupas deles são impermeáveis para não se encharcarem enquanto dançam e cantam na chuva e há uma estufa esperando nos bastidores para que se sequem imediatamente após a cena. Ah! As primeiras fileiras da plateia ganham capas de chuva como as da imagem acima (por motivos óbvios aos que já viram o filme) e estou doidinha para voltar nessa reta final de temporada e garantir a minha - são lindas! 

Cantando na Chuva fica - infelizmente - em cartaz apenas até 17 de dezembro. 
Confira o serviço abaixo.


CANTANDO NA CHUVA
Quintas e Sextas às 21h; Sábados às 17h e 21h; Domingos às 16h e 20h
Teatro Santander - Complexo do Shopping JK - Av. Presidente Juscelino Kubitschek 2.041
Ingressos de 50 a 260 reais disponíveis no Ingresso Rápido