Sobre amor, devoção e como o mundo anda chato demais...

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Dia do “eu já vou dormir, só vou terminar esse texto”. 
Dia do “não vou abrir até fotografar”.
Dia do “não posso sair, tenho que programar posts”.
Dia do “nossa, isso daria um post”.
Dia do “meu, vamos gravar esse passeio todo pq ele vai gerar dicas muito boas”.

Eu poderia ficar aqui até amanhã dizendo frases que falo, escuto e fazem parte do meu dia a dia. Eu sempre trabalhei. Tive outros 3 blogs antes do MP. Sempre mantive todos junto do trabalho. Sempre fui chamada de louca, desvairada. Sempre. 
Não tem um dia que se passe sem que alguém venha questionar minha dedicação: mas, se não é pra ficar rica, porque você faz? 
O mundo anda tão chato. As pessoas não sabem mais amar, colocam / criam regras pra tudo. Padronizam o lazer. Enjaulam a criatividade. Esqueceram o amor. Desaprenderam a gentileza e o incentivo. Arrancaram a bondade pela raiz
Eu faço do MP um trabalho vitalício porque é meu grande projeto pessoal. É meu cantinho. Meu diário. Meu incentivo para continuar criando. Minha janela para falar com pessoas tão especiais que talvez eu nunca conheceria por outras vias. Meu porto-seguro. Meu aprendizado constante. 
Se eu faço pra ficar rica? Não. Aqui, dinheiro é consequência de bom conteúdo, muito empenho e amor transbordante. Porque aqui, é meu. Tudo meu. Posso escolher sobre o que escrevo. Como escrevo. SE escrevo. E essa liberdade é apaixonante. DEMAIS. 
Se você que estiver me lendo, trabalhar com qualquer coisa que envolve criação, redação e afins, talvez me compreenda melhor. Se não trabalha, espero que minhas palavras se façam claras: não há benção maior do que fazer coisas por amor. Por devoção. No matter what

Então, fica aqui meu feliz dia do blog, pra quem ainda cultiva a essência dessa rede maravilhosa: a total liberdade de expressão e amor. <3


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