Chega hoje (29/11) em todas as lojas selecionadas da C&A Brasil a coleção baphônica em parceria nada mais nada menos do que com a Cia Marítima. A coleção chega junto com o antecipado calor de verão aí no Brasil, já que só vejo foto de amigos e colegas na praia e em sorveterias o tempo todo. [risos] As estampas passam pelo boho, pelo étnico e tie dye, sem perder a essência única da Cia Marítima. E o mais legal? A coleção não conta apenas com biquinis, maios e saídas de praia mas, com streetwear! Pantacourt, calças flare, vestidos, camisas, shorts e saias compõe um mix único e, é claro, super colorido. 

Mademoiselle Paris

Como sempre, apesar de estar aqui no frio pensando em meias de cashmere e toucas de lã, selecionei meus favoritos da coleção (que bem podia estar disponível na C&A daqui pra eu já garantir o próximo verão hehehe):

Mademoiselle Paris


Todas as peças tem a tecnologia do fio LYCRA® em sua composição, para garantir ainda mais qualidade pra tudo. Achei muito bom! : ) Quanto aos preços, dos meus favoritos os mais baratinhos são as necessáries (cada uma por R$49,99) e o mais caro fica por conta do vestido longo (R$169,99).

O favorito de todos? O maiô, com certeza! <3
Quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Carina, a alemã super simpática que estuda francês comigo me chamou para irmos ao Museu Rodin aqui em Paris. Foi quando me toquei que já andei a cidade inteira contemplando ruas, rio, lojas e monumentos mas, ainda não fiz realmente aqueles passeios turísticos que tanto planejamos na primeira vez na cidade. Acho que agora sim posso dizer que me sinto morando aqui. [risos] Eu explico: apesar de querer muito correr em todos meus pontos preferidos da cidade logo na primeira semana que tinha chegado por aqui, segurei a emoção. Dizia para mim mesma: não é uma simples viagem de férias, você tem tempo, use-o com calma, Camilla! Afinal, ter tempo é tudo na vida né?
Enfim, posso dizer que andei muito e vi Paris de vários ângulos nas últimas 3 semanas. Coisas lindas que provavelmente um turista com poucos dias na cidade não consegue apreciar diante da correria dos city-tours da vida. Porém, agora, com a minha rotina bem estabelecida, o sono em dia e o fuso também, comecei a saga de visitar e conhecer os lugares que eu tanto desejava, a fundo. E aceitei o convite da Carina, pra ir ao Museu Rodin, "abrir os trabalhos". 


O Museu fica no 7º arrondissement ( que é como são chamados os "bairros" de Paris. São 20, no total.) na área de Invalides. Seu prédio é o antigo e conhecido Hôtel Biron e é mais do que charmoso. 
Para visitar existem várias formas e valores, vou deixar esses dados todos listados lá no fim do post, ok? ;) Ele foi inaugurado em 1919 e possui o maior acervo do mundo quando se trata de Rodin. Pelo que me informei são mais de 300 obras doadas ao Estado Francês. É bastante coisa né? 
Começamos nossa visita pela sala especial que está montada na entrada do museu, ainda fora do Hotel e antes do magnífico jardim.  


Depois de sair desse especial, aproveitamos que a tarde estava lindíssima para conhecer o jardim do museu, que é simplesmente espetacular e merece ter um tempo dedicado só para ele. Entre um canteiro e outro, mais obras clássicas de Rodin. 


No museu, propriamente dito, não sei com o que me encantei mais: se foram as obras, a arquitetura ou a vista sensacional das janelas da mansão (para mim, aquilo é uma super mansão de época - já imaginei altos filmes quando estava lá dentro). 

Jeune Femme Au Chapeau Fleuri - Auguste Rodin (1870 - 1875)
Da esquerda para direita:
- Jeune Femme Aux Deux Roses - Auguste Rodin (1870 - 1880)
- Jeune Femme Aux Fleurs Dans Les Cheveux - Auguste Rodin (1870 - 1875)
- Diane - Auguste Rodin (1875 - 1879)

O lugar é tão mágico que não resisti à um "look no museu" [ hehehe ] .... 


Aqui vale lembrar que o museu tem chapelaria inclusa no valor do ingresso - o que é ótimo pra ver tudo com calma, sem precisar carregar casaco e afins. Essas botas guerreiras estão conhecendo muito de Paris comigo. O mesmo serve para esse vestidinho que, é regata mas foi uma das melhores coisas que eu trouxe na mala por seu caráter curinga de transformação. Já usei com blusa térmica e já usei até sozinho, só com o casaco por cima. Depende sempre do clima do dia. ;)


Depois que passeamos por todo o museu, me peguei pensando: mas e a Porta do Inferno
Foi quando nós nos tocamos que "passamos" por ela sem querer, enquanto conversávamos e caminhávamos no jardim.... : P



Foi uma tarde deliciosa. Info importante: não precisa tirar o dia para visitar o Museu Rodin. Dá pra ver tudo com calma em 3 horinhas. Ou seja, minha dica é incluir locais próximos no roteiro do mesmo dia, como: Museu de Armas, Torre Eiffel e almoço nos arredores do campo de marte. <3 

Museu Rodin
79, Rue de Varenne | 75007 | Paris
Ingresso (tarifa inteira) - €11,30
O único livro que trouxe comigo do Brasil foi o que comprei no aeroporto, mas que demorei a começar a leitura por motivos óbvios de ansiedade. Estava tão ansiosa que simplesmente não conseguia parar em uma única atividade, me movimentando loucamente até no avião, onde eu supostamente deveria dormir e relaxar. Semana passada eu fiquei meio doente para coroar minha marca de 15 dias em Paris e então fui obrigada a diminuir o ritmo, depois de ir ao máximo da taquicardia. Mas, tudo acaba bem, como diria o ditado. E eu finalmente diminuí o ritmo. Consegui ver uma série inteira (vou escrever sobre ela em breve, prometo) e consegui ler um pouco do meu livro. Feliz Por Nada, da super amada Martha Medeiros. Se eu tivesse que defini-la, diria que muitas vezes parece ser uma amiga íntima que sabe de meus anseios, e que os descreve com graça e leveza. Me identifico demais com seu jeito de expor ideias e de conversar com o papel. Ou no caso, com a tela e o teclado. Enfim... parei quando cheguei em um texto do livro que me fez chorar. Refletir. Chorar. E depois, agradecer. 

O nome dele é Quando Deus Aparece e eu inclusive fiz questão de envia-lo para minha mãe, que também amou. Nele, Martha descreve os momentos que, depois de refletir, constatou que Deus aparece pra ela. E me fez refletir sobre o mesmo. 


Deus aparece pra mim a cada escolha. A cada curva no caminho. 
Deus aparece pra mim toda vez que ligo o shuffle do meu spotify e ele me traz uma canção que fala direto com meus pensamentos do momento, sem precisar ter sido escolhida. 
Deus aparece pra mim quando minhas amigas largam tudo que estão fazendo para me dar colo, mesmo com um oceano inteiro de distância. 
Deus aparece pra mim quando vejo minha mãe aprender mais e mais sobre tecnologias, para ficar mais perto de mim. E mãe, como a própria Martha diz, é atestado mais do que certo da presença de Deus. 
Deus aparece pra mim quando saio do banho e me sinto limpa não só de corpo mas de alma. 
Deus aparece pra mim quando me percebo agradecendo 24h/dia a realização de um sonho. 
Deus aparece pra mim com desconhecidos que são gentis, pois o mundo anda mesmo muito complicado. 
Deus aparece pra mim no livre arbítrio. Coisa que os homens tentam nos podar a todo custo mas, que a cada vez que conseguimos exercer, se prova divino. 
Deus aparece pra mim quando mesmo depois de chorar uma noite inteira, encontro forças para tomar meu caminho e seguir andando. 

Deus aparece pra mim quando lembro de pai. E pai, também é prova mais do que certeira da presença desse "cara lá de cima". Mesmo que, como no meu caso, já tenha ido lhe fazer uma cia, ajudando-o a tomar conta de mim. 

*ah sim, e ele não se aborrece quando o chamo de "cara lá de cima". E continua todos os dias, me acompanhando nos caminhos. 


O texto da Martha você pode ler no link abaixo, é o segundo texto. ;) 
As últimas duas semanas foram intensas. Quase não consegui aparecer por aqui com novos conteúdos. A verdade é que a realização desse sonho que é Paris na minha vida, está me tomando MUITO tempo. Mas muito mesmo. E eu ainda consegui a sorte de ficar meio doentia nos últimos dias, para ajudar, obviamente. Mas, passou! E hoje estou aqui, meio atrasadinha, para comentar meus 3 lookitos favoritos do AMAs que aconteceu ontem à noite, lá nos States. 
Bom, preciso começar dizendo que infelizmente e por conta do fuso, não assisti. Mas dei uma zapeada nas notícias só pra né, não ficar tão fechada exclusivamente nos looks. :) 

Mademoiselle Paris

Eu não consegui não começar pela Selena. Além de ganhar a categoria de Artista Feminina Favorita de Pop/Rock a moça já tinha abalado as estruturas do red carpet com esse simples e hiper lindo modelito Prada que valorizou seu corpo de um jeito minimamente incrível. 

Na sequência só podia vir Gaga. Eu comecei a gostar muito dela de uns tempos pra cá e esse modelito ganhou demais meu coração. Simples mas cheio de atitude, achei um ótimo mix pra ela ser classuda sem perder essência. O nome por trás do branquinho nada básico? Brandon Maxwell. E o chapéu baphônico combinando é Glady Temez Millenery.

Laaaaast but not least, Idina Menzel. Além de estar sempre escancaradamente musa, a minha diva da Broadway chamou atenção por puxar um pouquinho de política para sua fala quando perguntou a Mark Cuban o que ele esperava do próximo ano. É, Idina, you rock! O modelito da atriz, cantora e diva master era assinado por Thai Nguyen Atelier

- E que venha o VSFS, né? ;)
Um dos motivos que me trouxeram à Paris, além do sonho de morar um tempo (queria pra sempre, pode ser Deus?) na cidade-luz, foi a vontade que sempre tive de falar francês. Eu já estudei inglês, espanhol... francês só em casa mesmo, como auto-didata metida à besta. Mas agora, finalmente, em uma escola e no coração de Paris. Não dá pra ser mais feliz! Ou dá? : P

Mademoiselle Paris

Encontrei a France-Langue com ajuda da Thais, meu anjinho salvador da STB Paulista que me ajudou muito na pesquisa pelo curso perfeito. Foram uns 3 meses de muita pesquisa com direito à uma centena de e-mails e dúvidas antes de fechar mas, creio ter feito a melhor das escolhas. 
Tenho aulas de francês todas as manhãs, de segunda à sexta-feira (com horário reduzido nas segundas <3). Às terças e quintas durante a tarde, faço aulas de moda e beleza com diferentes professores e com temas diversos como "moda parisiense", "perfumaria" e "maquiagem". 
Aliás, fotografei tooooodo meu roteiro do primeiro Fashion Tour que tivemos essa semana, para compartilhar aqui com vocês. Mas isso fica para um post só disso pois tem muita info bacana para dividir, ok? ;) 
Fiz um teste de francês antes de sair do Brasil e outro, quando cheguei aqui em Paris. Todos fazem. Após o teste, passamos por uma palestra expletiva sobre a escola, atividades extras e regras, e então, somos encaminhados às nossas salas para iniciar os estudos. 
Ma professeur, Noémie, é uma graaaaaça. Já estou apaixonada por suas aulas, apesar de o jet-lag ainda estar me deixando meio zonza por aqui e as manhãs serem difíceis para começar. 
A unidade que estudo fica à um quarteirão da Notre-Dame, o que deixa a caminhada matinal até a escola, ainda mais deliciosa e interessante. Sempre consigo ouvir os sinos da manhã e acho que isso acaba abençoando o resto do dia por inteiro. : ) 

Mademoiselle Paris
"Enquanto tiver esse medalhão, terá a cidade na mão.." <3

Me sigam lá no snap (millacarvalho) e nas outras redes para ver quase que ao vivo tudo que acontece por aqui, combinado? :) E quem tiver perguntas ou dúvidas sobre o curso, deixa aqui nos comentários que eu vou respondendo, fechado? Bisous! 

...
Mais infos no site da escola: http://www.france-langue.fr
Ou com a Thais, lá na STB: tcdemetrio@stb.com.br / +55 11 3285 3161
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Uma foto publicada por Camilla Carvalho (@mademoiselleparis) em

A minha ficha demorou a cair. Sim, foram tantos anos esperando por esse momento que realmente fiquei quietinha até entrar no avião. Ou melhor, até descer dele. Sã, salva e ... na França! Cheguei no Charles de Gaule no fim da semana passada. Eram quase 17h no horário local e chovia. E a temperatura era de congelantes 6 graus. Mas nada me tirou o alívio de ver que era real. Mas bem, mesmo vendo, eu ainda custava a acreditar. 
Peguei um táxi no aeroporto que me levou direto para o airbnb que me hospedaria antes do destino final e, mais uma vez me peguei encantada mas, ainda assim, desacreditada. 
A casa que fiquei, em Gennevilliers, é de uma graciosidade a parte. Parece saída de filme de tão linda. O local é super calmo, ares de interior mesmo. Seus donos, Allain e Therése até pareciam brasileiros no quesito hospitalidade. Me ajudaram demais, foram calorosos, atenciosos e muitíssimo gentis com meu surrado francês. Me ensinaram tanto em tão pouco tempo, serei eternamente grata. 

Vista da janela do meu quarto, em Gennevilliers

Logo que acordei pós 14 horas de sono devido à exaustão da viagem, comecei a pensar se corria pra Torre ou... bem, se corria pra Torre. [risos]
Tomei um demorado café da manhã na aconchegante cozinha de Therése e depois, me armei de coragem, 4G e conselhos do casal e saí rumo à minha primeira empreitada francesa, chegar à Paris de trem. Muitos me disseram que seria difícil pois o metrô daqui é confuso e blá, blá, blá. Eu digo que: não achei confuso. Dá medo sim, o novo assusta. É normal. Mas sério, se você souber onde quer ir, é muito fácil. Fica aqui também uma dica para quem vier por essas bandas: no metrô, comprar 10 bilhetes de uma vez só (chama "carnet") sai bem mais em conta. E os bilhetes garantem integração do metrô com ônibus e RER (o trem deles) por 1 hora. Dentro E fora de Paris. Mara né?
Cheguei em Paris por volta de meio dia e já abri um sorriso: dia lindo de sol, vento gelado, folhas douradas caindo das árvores. Meu clima favorito, na minha cidade favorita, só pode ser benção dos céus! Agradeci. Busquei no mapa se estava na direção certa e vi que era apenas uma questão poucos quarteirões até a torre. Mas, gente, eu num tô vendo nada! - pensei.
Foi apenas ao entrar no último quarteirão que meu coração entendeu o que a cidade me reservava. Ali, imponente, gigante, linda, vinda do nada, a torre Eiffel se mostrava diante dos meus olhos.

Vocês podem até achar que é drama mas, nesse caso, não é. Só quem já realizou um sonho com muito esforço sabe a emoção que é. A sensação única que é. E aqui amigos, o choro é livre.

Uma foto publicada por Camilla Carvalho (@mademoiselleparis) em

Depois daqui, foi só emoção e alegria. Devo ter passado ao todo umas 2 ou 3 horas admirando a torre de todos os lados até decidir sair caminhando ao lado do Sena, até a Notre Dame. Sério, QUE DELÍCIA. Indico caminhadas assim para qualquer um que venha à Paris. É mágico.
Ao chegar em meu destino, só consegui me ajoelhar e agradecer. À Deus, à vida, à vocês, à minha família, aos meus amigos, pela força, incentivo e torcida. Sem vocês não seria possível. Com vocês é mais gostoso.


- Ah, mas Madê, porque você foi pra Paris? Férias?

Não amigos, me mudei para cá por um tempo para concretizar meu sonho e viver grandes aventuras com alguns parceiros. Por isso mesmo, eu digo: fiquem ligados e acompanhem mais da minha viagem nas redes sociais (tem tudo linkadinho aqui no menu lateral) e sim, aqui vai rolar diário das aventuras na cidade luz, sempre que tiver uma boa história ou uma super experiência para contar! :) 

- Bonne journée!

Sempre busquei ajuda da música para inspirar diversos momentos. É como se eu vivesse editando a trilha sonora da minha vida. E bem, obviamente eu já fiz inúmeras listas sobre Paris. Mas fazia algum tempo que eu não compartilhava nenhuma lista de músicas sobre Paris então achei uma boa para esse feriado, deixar aqui a minha mais recente montagem. Espero que gostem! ;)


- One day, I'm gonna live in Paris...