Falamos muito de música e bem pouco, quase nada, de shows por aqui, desde o início do blog. Fato é que eu nunca fui muito de grandes shows. Estádio lotado. Dias e noites na fila. Essas coisas.
Apesar de que, puxando pela memória, eu tive sim minha fase boyband fan, de acompanhar algumas bandas pequenas - na época - pra cima e pra baixo. 

Porém, nesse intrigante 2018, o bichinho dos shows me picou e eu ando alerta pra conseguir ir em alguns bem importantes, que vão rolar nos próximos meses. 


Um deles é o "The Monolith Tour" do 30 Seconds to Mars, que chega ao Brasil no fim do mês para 3 apresentações: em São Paulo (27/09), Porto Alegre (29/09) e Curitiba (30/09).

Confesso que ando bem empolgada com essa vinda deles ao Brasil e mexendo meus pauzinhos pra conseguir ir conferir esse show - mesmo em meio à maluquice que anda minha agenda e vida nessa reta final de ano. Alguém mais aí nessa situação?

Fiz uma seleção do meus top 3 do novo álbum, dá o play e canta comigo:

- Rescue Me


- Walk on Water


- Dangerous Night



Serviço
The Monolith Tour
Ingressos a partir de R$120
Venda em www.livepass.com.br
Sou da década de 80 mas, vivi minhas primeiras experiências fashionistas mesmo foi na década de 90. Aquela década em que o único jeans aceitável socialmente entre os jovens era o estupidamente baixo, aquele que beirava a indecência. Sim, teve uma época que a galera perdeu mesmo a mão e ficou indecente - mas passou. UFA! 

Fato é que nunca tive um corpo que ficasse bem naquele tipo de jeans: quadril largo e cintura fina com calça dividindo quadril deixa a gente, além de desconfortável, deformada com o passar dos anos. E teve sim toda uma geração que ficou com algumas marcas no quadril de tanto que esse diacho (desculpa mas, só "diacho" expressa meu sentimento com relação à essa moda) desse jeans era 'obrigatório'. Foi nessa época que eu comecei a saber o que eu não gostava: e eu não gostava desse jeans. Ponto final. Peguei ranço. Dos mais profundos.

Quando saí do colégio e entrei na faculdade, meu mundo ficou cor de rosa com a liberdade de poder usar vestidos e saias para a aula, coisa que até então era vetado por algo chamado "uniforme escolar". E que eu, como 99% dos colegas, detestava. 

Aí foi um desbunde. Eu peguei paixão por me arrumar pra ir à aula, ao trabalho... era divertido e sempre uma experiência de auto-conhecimento. 

O que eu demorei pra perceber foi que: eu praticamente bani a calça jeans da minha vida. 


Lembro bem quando estava no 3º ano de jornalismo, um ex-namorado me criticando por eu não ter nenhuma calça jeans no armário. Ele dizia: 

- Mas como assim, você não tem o básico? 

E eu achava ofensivo até pois, o básico pra mim na época (e até hoje, na verdade) era meu combo de saia rodada com camisetinha por dentro. Ou vestidinho hippie - sim, eu tive essa fase. CORTA! 

Há 15 anos esse combo aí da foto desse texto seria a combinação de tudo que eu menos gostava em mim no quesito roupas: jeans + tênis + terno largo e camiseta com gola alta estilo uniforme de colégio (e larga, ainda por cima). 

Seria. Mas não mais. E me atrevo a dizer que acho que a roda-gigante da vida me fez reencontrar o jeans com camiseta (que era meio que o uniforme da época de colegial, quando conseguimos nos livrar da finada calça de tactel) exatamente para me dar uma solução em meio ao caos que minha vida se encontrava. 

Eu sigo amando me arrumar. Mas algumas produções que foram meu básico na última década estavam já meio sem graça pra mim. E venho há uns dois anos sentindo uma transformação no meu jeito de comprar e escolher roupas - mas, isso fica para um outro post. 

Enfim, apesar de continuar amando produções com tempo e dedicação, ter esse tempo hábil para me dedicar à esse prazer fashionista vem se tornando cada vez mais raro. E foi daí que nasceu minha vontade de retornar ao jeans. 

Acho que posso dizer que também fui positivamente influenciada por mulheres maravilhosas ao meu redor, usando os tipos mais lindos e charmosos de jeans. E eles tinham o que em comum? Cintura alta, aquela belezinha que modela o nosso corpo e deixa tudo mais lindo - pelo menos aos meus olhos. E das formas mais estilosas, únicas e incríveis. 

E foi assim, despretensiosamente, que há mais ou menos um ano eu comprei uma calça jeans com bordados nas pernas. Me apaixonei tanto pela dita cuja que, hoje, quase um ano depois, já somo mais de 5 calças em um armário antes dominado por saias e calças exclusivamente sociais. 

E eu ando tão no modo jeans, que nem eu consigo imaginar mais aquele ranço, de outrora. 

Encontrei meu estilo dentro dessa categoria e agora sei o que me veste bem. O que valoriza o que eu gosto e esconde o que eu não gosto tanto assim. O que me deixa sentindo poderosa e ao mesmo tempo, confortável. O tal do curinga do armário que tantos falaram e que minha mãe sempre dizia que "combinava com tudo". 

Bem-vinda de volta calça jeans. 
Que seja o começo de uma relação mais madura, saudável e muito feliz. :) 


Vocês não amam essa roda-gigante que representa nossos gostos ao longo da vida? Eu sim! Quis registrar aqui e abrir essa discussão: você já passou por isso de começar a amar uma peça que antes repudiava? Me conta nos comentários, vou amar discutir sobre isso com vocês ❤️
Quem nunca sonhou em poder viajar no tempo para falar com seu eu mais velho e/ou mais jovem? O que você faria se soubesse exatamente o que vai resultar das suas ações de hoje?

Essas perguntas permeiam a narrativa de "A Dona da História", uma comédia leve e fofinha sobre a tentativa de Maria Helena (a personagem) de ter uma história bonita de amor pra contar. Por essa frase de introdução, se você já é leitor das antigas sabe: me derreti e identifiquei com a tal da Maria Helena. #soudessas


Mas vamos à dados mais sólidos dessa história:

A peça traz ao palco o encontro impagável da Maria Helena de 15 anos com a Maria Helena 35 anos mais velha: aos 50. Juntas, elas discutem e se indagam sobre decisões, amizades, relacionamentos, escolhas e atitudes num cômico e, ao mesmo tempo, trágico encontro de versões.
Aquele lance de "expectativa e realidade" que tanto vem se falando nessa internet de meu Deus. ;)
Em sua montagem original, de 1997, Andrea Beltrão e Marieta Severo encantavam o público. Hoje, a bola passa espetacularmente para Ângela Dippe e Luana Martau.

A peça fica em cartaz no Teatro Opus, que fica dentro do Shopping Villa Lobos, aqui em São Paulo. Infelizmente, a temporada é super curta e já se encerra dia 23 de setembro - corra pra lá!
Agora, falando do teatro, ele é uma delicinha, razoavelmente novo aqui na cena teatral da cidade e conta com um rooftop de "brinde" que te dá uma vista bem fofa e paulista. Reserve um momento com seu date por lá pra ver as luzes da cidade do alto e também pra fazer uma foto. Vale a pena!

Serviço
A Dona da História
Teatro Opus - Avenida das Nações Unidas, 4.777
Sábados às 21h e domingos às 19h
Ingressos entre R$50 e R$100 reais
Mais informações no site do Teatro Opus, clicando aqui. 

Mais uma união de gigantes para a nossa alegria :)

A Vans e a Disney se uniram para comemorar os 90 anos do ratinho mais lindo, fofo e popular do mundo. E para essa parceria hiper especial, ainda foram convidados os artistas John Van Hamersveld, Mister Cartoon, Geoff McFetridge e Taka Hayashi, todos criando visões e gráficos únicos incorporando o “Mais Original” do mundo Disney.

Em uma coleção pensada especialmente para a ocasião, cada arista traz seu olhar para Mickey Mouse utilizando uma icônica silhueta da Vans como base: o OG Sk8-Hi LX - esse de cano mais altinho da foto. ;) 


A coleção foi lançada no último dia 25 e para saber mais detalhes é só acessar o site da Vans: https://www.vans.com.br
Chegar de viagem, por mais curta que o trajeto possa ser, dá uma canseira real. Acho que é por meu instinto de não dormir quase nada em viagens para tentar "aproveitar cada segundo" da experiência. Vocês também são assim? 

Aqui tô deixando um resumão dia a dia do que foi nossa uma semana em Buenos Aires. Fiquem de olho nos demais posts para mais dicas e detalhes! :*

8 dias em Buenos Aires

Dia 1
Foi nosso dia de ir para Buenos Aires, então reservamos esse dia pra chegar.
Reconhecer o entorno de onde ficaríamos hospedadas, comer e nos preparar para a semana.

Dia 2
Domingos são bem calmos em Buenos Aires se você não estiver na zona turística, já fica aqui o aviso. Se estiver frio então, você só vai encontrar movimento nas áreas centrais mesmo. Então na hora de se programar para um domingo, leve isso em consideração e garanta um bom café da manhã com reserva prévia ou compre comida pra ter com você ;)
Nós tomamos café em casa e saímos para caminhar até o Obelisco, pois queríamos nossa foto turista pra estrear a viagem. De lá, fomos caminhando pela 9 de julho até a Avenida de Mayo, onde estava rolando uma super feira de rua em homenagem à Rússia e cheia de comidas típicas apetitosas.
Acabamos não aproveitando muito a feira pois tinhamos marcado tour guiado na Casa Rosada em seguida - aliás, fica a dica: os tours na Casa Rosada são gratuitos. Porém só acontecem aos fins de semana e precisam ser agendados com 15 dias de antecedência pelo site. Vale muito a pena se programar! ;) Depois da visita fomos caminhando até o apartamento para adicionar uma camada de roupa e descansar um pouco antes do jantar.

Dia 3
A segunda-feira chegou e nós tinhamos um passeio de bicicleta agendado para o período da tarde. E como o dia amanheceu meio feio e com chuva, resolvemos tomar café em casa, nos arrumar com calma e sair mais tranquilas.
O Turismo de Buenos Aires oferece várias opções de tour de bicicleta pela cidade, o que garante uma experiência única e super deliciosa, vale conferir!
E como era nosso primeiro dia útil na cidade, foi aqui também que fizemos nosso cartão do metrô para andar pela cidade - você pode fazer em qualquer posto de atendimento ao turista.

Dia 4
O sol voltou a brilhar como nunca apesar das baixas temperaturas e nós decidimos conhecer um café super simpático que havíamos namorado no dia anterior. De lá, caminhamos pelas ruas do centro, em direção à uma reunião com a turma querida do Turismo de Buenos Aires. Aliás, o prédio é lindíssimo, uma antiga fábrica por fora e um super prédio moderno e lindo e criativo por dentro. Amei demais poder ter a oportunidade de conhecer :)
Na sequência paramos um pouco na praça em frente chamada Parque Lezama, para curtir o sol, os pássaros e a vista. QUE VISTA. <3
De lá, pegamos um ônibus de volta ao centro (10 pesos por pessoa, com o Subte, fica a dica) e, lá, embarcamos no Bus Turístico de Buenos Aires. Vou falar melhor desse passeio em um post exclusivo mas, já fica a dica aqui pra vocês: tem que fazer! Ficamos nele até o final do percurso, quando voltamos ao centro para almoçar e encerrar nosso dia, por volta de 8 da noite.

Dia 5
Fomos andar um pouco mais de Bus Turístico, pela 3ª e última rota de pontos que a atração oferece. Quando o ônibus chegou ali nos Bosques de Palermo, descemos e fomos caminhando pela maravilhosa Avenida del Libertador até a Plaza de Francia, onde ficamos um tempo contemplando as belezas naturais, tirando fotos e aproveitamos para comer umas bolachinhas. Logo atrás da praça ficam dois pontos de interesse: o Hard Rock Buenos Aires e o Buenos Aires Design (um shopping de design hiper fofo e com uma praça de alimentação liiiiiiinda!). Óbvio que a essa altura eu já queria mais um café e fui dar uma olhadela no shopping em busca de opções: Starbucks? :P 
Uma forma de atravessar da Plaza Francia para a rua do Cemitério da Recoleta é indo por dentro desse shopping, inclusive. Conseguimos poupar a mama de uma subidinha chata e ainda conhecemos um lugar novo. Saindo pela Junin você vai ter num raio de 500m: a Igreja da Nossa Senhora do Pilar, a entrada principal do Cemitério da Recoleta e uma porção de bares e cafés super badalados!
Fomos na igreja, consegui visitar o túmulo de minha diva Eva Perón e depois nos encontramos com a Adriana - fotógrafa brasileira queridíssima com quem fizemos um pequeno ensaio para mostrar a Paris Latina que vive ali, no coração de Buenos Aires. 

Para saber mais do ensaio fotográfico em Buenos Aires com fotógrafo brasileiro, clique aqui. :) 

Após as fotos, ainda visitamos El Ateneo - um antigo teatro que hoje abriga uma livraria belíssima, mantendo a estrutura original. Fiquei encantada! Se você também curte livros e teatro como eu, anota mais esse ponto de interesse na listinha! 
Fechamos a noite jantando em uma lanchonete super popular, a Mostaza. A escolha foi por praticidade e proximidade de casa: era na esquina! E estávamos exaustas!

Nota: nesse dia, eu e mamãe caminhamos quase 15 quilômetros pela cidade. Um recorde para minha velhinha. E ela fechou o dia com um chá e um sorrisão no rosto, ao chegarmos no apartamento! :)

Para ver o vlog dessa aventura, clique aqui. 

Dia 6
Nosso sexto dia de viagem era também o dia do aniversário de mamãe e nós havíamos programado fazer tudo que ela mais queria: passeio de trem até a cidade de Tigre, mais ou menos uma hora de trem partindo da Estação do Retiro. Depois veríamos o pôr do sol em Puerto Madero e escolheríamos algum restaurante por ali para jantar e celebrar. Pois bem, deu tudo errado! :( 
Nesse dia, houve manifestação de motoristas e a cidade amanheceu um mini caos. Fomos a pé de nosso apartamento até a estação, mais tarde do que havíamos planejado mas, convictas de seguir o plano. Ao chegar na estação, tivemos uma nada boa surpresa: nosso subte (tipo de bilhete único da cidade de Buenos Aires) havia tido algum problema técnico e se desmagnetizou. Depois de alguma burocracia com a área responsável da estação, fomos informadas que apenas poderíamos ser ressarcidas do valor que havíamos carregado na noite anterior, em uma semana. 
Quer saber mais sobre o drama desse dia? Clica aqui pra conferir o vídeo com a gente explicando!

Dia 7
Depois de um dia ruim, uma noite gostosa e muito exercício de respiração pra seguir em frente, acordamos já saudosas com o fim da viagem se aproximando. Então decidimos ir para o bairro de La Boca, conferir a feirinha, ver um tango, comer umas empanadas... 
Dica: muitos restaurantes por lá não aceitam cartão, bem como as barracas de feira. Leve dinheiro vivo com você para esse passeio. 
Vem conferir o vlog aqui. ;) 

Dia 8
Nosso último dia começou cedinho, para terminar de fechar as malas e aproveitar mais um pouquinho da cidade. Sempre gosto de deixar para o último dia coisas como: algo extra de farmácia, souvenires e afins. Pois aí já sabemos como a mala está e podemos só "completá-la"! 
Vem conferir o vlog da nossa volta? Só clicar aqui! ;) 

- Hasta luego, mi Buenos Aires querido!