Faz algum tempo que venho percebendo a dose de stress no meu dia a dia aumentar. E me fazer mal. Muito mal. Mas, fato é que só ouvir dos médicos, amigos e família que eu precisava ser mais calma, mais leve, me importar menos com certas coisas, não me acalmava. 
Pelo contrário: só me estressava ainda mais.

Você, leitor, já passou por isso?


Acontece que a vida do modo como vivemos atualmente contribuía e muito para esse quadro. Veja bem: eu tenho este blog que você lê, tenho facebook, instagram, twitter, linkedin, whatsapp. Ahhhhhh whatsapp. Quem diria que algo que teoricamente aproxima as pessoas, facilitando a comunicação, se tornaria também um carrasco tão cruel. Fora isso, trabalho em tempo integral com redes sociais. Isso mesmo: cuido de todas as redes acima só que de marcas que me pagam para isso. Então minha rotina com o online se tornou tóxica - e eu nem notei.

Acontece quando amamos demais alguma coisa: não percebemos logo de cara que ela deixou de nos fazer bem. Que passou dos limites. : /

Mas ao longo dos meus mais de 30 anos uma coisa eu já aprendi: a ficha cai, mais cedo ou mais tarde. E a minha começou a cair quando me vi exausta. Torcendo para amigos desmarcarem jantares, baladas irem pelo ralo e eventos serem adiados. Quando me vi apreciando o silêncio, clamando pelo silêncio e me refugiando em salas de massagem e as mais variadas terapias em busca de alguma paz.

A paz precisa vir de dentro. E há que haver equilíbrio, do online com o offline.

Porém quando alguém chega no ponto que eu cheguei de stress, não basta essa consciência para tudo mudar. Tomar consciência da verdade do que me afligia só aumentou minha carga de peso nas costas pois, como aliviar a tensão sendo que trabalho com isso?

A ansiedade tomou conta. Tive inúmeros acessos de choro, de raiva. Me sentia perdida e acuada pela situação. Aquilo tinha virado um monstro.

Comecei então a pesquisar formas de detox digital. E decidi começar e seguir pouco a pouco tentando diminuir a pressão. O primeiro lugar que infelizmente sofreu com isso foi este canal. Já não tinha forças para escrever diariamente e demorei (e acho que ainda não aceitei 100%) para entender que não precisava dessa frequência absurda. Quando algo fosse muito incrível, muito imperdível, eu teria prazer em escrever. Para todas as coisas legais, sobrou o stories. Canal bem mais fácil de administrar - pensei eu.

Mas aí as pessoas começaram a exigir de blogs, instagramers e afins um conteúdo perfeito. Layoutado. Cheio de edição, revisão e arte. E, apesar de eu amar aprender a fazer essas coisas, vi que a carga envolvida era - de novo - mais peso do que eu podia. Eu precisava cuidar das minhas dores no pulso de tanto escrever e usar o celular. Precisava focar minha mente em outra coisa que não uma tela (fosse celular, ipad, computador ou tv).

É louco mas, a gente acaba assumindo como normal.

Acordar e olhar o celular como primeira ação do dia. Comer vendo feeds de notícias, e-mails, podcasts. Somos devorados por conteúdo por todos os lados e cobrados de conhecimentos gerais por todos os grupos: trabalho, família, amigos. Todos no fim do dia te perguntam de algo que "como assim você ainda não sabia? Saiu em todos os canais!".

Bem, não sei se este texto está fazendo sentido para você leitor mas, quis desabafar por aqui até para elencar algumas manobras que vem me ajudando nesse processo de detox. Sim, processo. Ainda estou praticando e evoluindo. Quer tomar nota e me dizer se faz algo diferente? Adoraria trocar com vocês essas dicas para construirmos juntos um dia a dia mais saudável para nós e nossos entes queridos. 

- Começar o dia em paz. 
Pode parecer besteira mas, acredito cada vez mais que o modo como você inicia seu dia norteia todas as demais 23h dele. Então passei a acordar cedo para ir à academia, ler, estudar e tomar café com a minha mãe na paz. As primeiras horas são para mim, exclusivamente para mim. E isso tem feito minhas manhãs começarem um pouco mais azuis.

- Diminuir o uso de celular em reuniões sociais
Sair com amigos e registrar cada segundo do encontro nas redes era algo normal pra mim. Algo que gostava - tá bom, ainda gosto! Mas, além de alguns deles não curtirem tanta exposição, eu ficava pouco presente nos momentos pois, estava sempre editando algum story ou compartilhando fotos com alguém do grupo. Venho tentando deixar as fotos para momentos especiais nos encontros e tentado estar mais presente no resto do tempo deles. Processo difícil mas, revigorante.

- Limpeza nos canais 
Eu comecei, há pouco mais de um mês, uma limpa nos canais. Estou tirando pessoas com vidas perfeitas, pessoas que não falo há anos, pessoas com as quais não interajo. Como resultado, venho sendo muito mais impactada por conteúdos que me deixam feliz. Obrigada Marie Kondo, seu método também serve para fazer aquela limpa no instagram! ;)

- Playlists especiais para dormir
Comecei a me importar de verdade com a qualidade das minhas horas de sono. Por isso, venho montando e adicionando playlists que me acalmam e ajudam meu cérebro a realmente desligar próximo da hora de dormir. É importante demais - tanto quanto limpar a pele! Entrou para a rotina!

E você leitor? Vem sentindo esse movimento de equilíbrio pós-avalanche? Compartilha comigo!
Eu, daqui, sigo esperando a cada dia, por dias melhores. Sempre!

Os acessórios de cabelo já tinham anunciado um retorno humilde no ano passado mas, foi graças às passarelas desse ano que eles se firmaram como algo que literalmente iria fazer a cabeça da mulherada. As maria-chiquinhas, xuquinhas ou scrunchies como resolveram chamar os fashionistas começaram esse processo que foi seguido por presilhas, tia-tacs e tiaras. 


E que melhor estação pra testar todas as lindezas de acessórios disponíveis do que a temporada de Outono/Inverno? Amo usar boinas, chapéus e agora estou fascinada com as novidades disponíveis para variar o visual. Tanto que já comecei a usar e aproveitei para fazer uma seleção de modelos e uma lista de lugares onde dá pra comprar também. :)


Lista de onde comprar tiaras, presilhas e scrunchies:

- Alexandre de Paris;
- Pri Schiavinato;
- Forever 21;
- Lojas Renner;
- The Beauty Box;
- Beleza na Web;
- Ambulantes (aqui em SP eu os vi na Paulista) e feirinhas de artesanato.

Ainda em dúvida de como usar os acessórios?
Tem pasta de inspiração lá no Pinterest, vem dar uma olhada:






O mais legal é que os acessórios são super adaptáveis para qualquer estilo, então é só adaptar ao seu e curtir! Vai aderir à essa moda?
01.05.2019

Esse blog nasceu em há muitos, muitos anos. Preciso, inclusive, checar a data para dar a ele uma celebração de aniversário com tudo que ele merece. Mas, apesar de não lembrar a data com certeza, de uma coisa eu me lembro como se fosse hoje: o sentimento. Na madrugada daquela quinta-feira eu estava inquieta, querendo continuar escrevendo, continuar fotografando, continuar compartilhando. 
Mas os meus antigos canais já não tinham mais a minha cara naquele turbilhão de transformações pelos quais eu passava. Não que eu não tenha enfrentado outras tantas transformações ao lado do MP. Mas aqui é diferente. Acho que essa nossa casinha virtual foi um super acerto no que fala ao meu coração. É um pedacinho de mim e que nasceu para receber outros tantos pedacinhos, visões, experiências, aprendizados. Compartilhar: essa foi sempre a palavra que norteou meu trabalho e minhas vontades relacionadas aqui. 

E é exatamente por isso que, hoje, no primeiro post do mês de aniversário desse cantinho que eu amo tanto, que vim compartilhar com vocês esses pensamentos, além de também um roteiro do amor que fiz nesse dia de turista em SP. Hoje, o blog retoma de vez o formato de diário de compartilhamentos. Espero que sigam comigo rumo aos 15, 20, 30, 50 anos de canal.
Pois enquanto faz sentir, faz sentido. ;) 

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Eu já havia tentado ir conferir a expo de Tarsila do Amaral lá no MASP duas vezes antes de hoje. Duas tentativas em vão pois o museu está recebendo mais gente do que acho que já vi em 30 anos de minha vida. Então já vou começar esse post dizendo que aqui vale a mesma regra de grandes atrações turísticas em qualquer lugar do mundo: reserve seu ingresso online com antecedência. Assim, você evita as grandes filas, entra num horário planejado e ainda consegue aproveitar muito mais seu dia. ;)

Você pode reservar seu ingresso para o MASP diretamente no site do museu: https://masp.org.br - o valor da inteira é atualmente, R$40 e você ainda vai pagar 10% da taxa de conveniência mas, acho que vale bem a pena. Tem outros valores para quem é estudante de arte, por exemplo. Vale conferir lá no site deles certinho. ;)

Marquei meu horário de entrada para 12h (era o primeiro horário do feriado com ingressos disponíveis quando acessei para comprar e achei justo com meu sono - afinal, feriado! rs).
Cheguei à Paulista 11h33 e fiquei com receio de parar no Starbucks para pegar um café e acabar me atrasando, por isso segui direto para o museu afim de procurar a entrada correta dos que tinham ingresso reservado e fazer tudo com a calma e a paz que eu tinha decidido que norteariam meu dia. 
A fila de quem já comprou é a primeira lá do fundo do vão do MASP, a mais próxima da mureta. E eu tive minha entrada liberada exatamente às 11h59. Achei bem organizado no fim das contas. :P


Ao entrar no museu você dá de cara com o guarda-volumes ao lado do elevador. Ah! Isso é importante citar: você pode guardar sua mochila para visitar tudo com a leveza necessária para apreciação e também pode levar seu acompanhante de mobilidade reduzida (caso o tenha) pois todos os andares do museu são servidos de elevador - ajuda super quem está com criança pequena ou idosos, por exemplo.

No primeiro andar do MASP há um pequenino café que pode ser sua salvação - como foi a minha. O café é caro como seria de esperar de uma grande atração turística mas, eles aceitam todos os cartões - incluso vale refeição! ;)

A exposição de Tarsila está logo no primeiro andar e conta até com uma lojinha especial para ela, também nesse mesmo andar. Como é a novidade do momento, há fila para acessá-la e lá também vão separar quem comprou a visita com horário marcado - ponto pra galera do planejamento, de novo! 
Passei uns 10 minutos nessa fila depois de tomar meu café com calma e já fui convidada a entrar na sala. Aqui outra dica válida: a visitação é livre e você pode ir e vir quantas vezes quiser. Então por questões de logística, já passei reto a primeira área, deixando-a para um momento mais propício. Agora, um pouquinho do que selecionei e que me encantou em Tarsila Popular: 


Da esquerda pra direita, de cima para baixo: 
- Retrato de Mário de Andrade (1922)
- Figura em Azul (1923)
- Operários (1933)
- Vendedor de Frutas (1925)


Eu fiquei um bom tempo encantada com essa obra da Tarsila que eu não conhecia. Veja bem, não que eu seja uma expert em arte mas, algumas ali me lembraram muito as aulas do colégio e alguns livros. Essa, Carnaval em Madureira, me fez rir. Obviamente sabia que a artista havia estudado em Paris por conhecer um mínimo da sua história mas, por se tratar de uma artista dedicada à representar brasilidades, jamais esperei encontrar uma Torre Eiffel representada em suas obras. 
E é bem aí que se encontra o que mais me fascina na arte: a história por trás de cada peça, cada tela, cada qualquer coisa que o artista conceba. 

Resumidamente a história desse quadro é que no ano de 1924, Tarsila foi ao Rio com amigos para o carnaval e ao chegar no bairro de Madureira s deparou com uma réplica da torre feita em madeira, por um comerciante e cenógrafo que lá morava e que a fez para promover as festividades de rua naquele ano. Louco ou não, fato é que Tarsila decidiu representar a cena em seu quadro e eu fiquei ali admirando esse mix de carnaval, cores, brasileiros e a dama de ferro. 


Subindo para o 2º andar do museu, você vai encontrar o acervo em construção do MASP, com obras que vão de Renoir a artistas contemporâneos. Acima destaquei algumas obras que gosto bastante e que trazem, cada uma delas, alguma reflexão implícita ou explícita mesmo. ;) 

Já descendo ao 1º subsolo você pode conferir a mostra sobre Lina Bo Bardi - que também já foi diretora do MASP, inclusive e de Djanira no vão, que fica próximo ao restaurante do museu - que atualmente se encontra fechado para obras -, uma pena. 


É nesse andar também que você encontra a biblioteca para estudos, outro café (esse um pouquinho maior que o do 1º andar) e uma lojinha do Museu com livros e souvenires diversos. 


O passeio fez meu dia - literalmente. Gosto muito de marcar esses encontros comigo mesma em que me levo para fazer algo assim, que alimenta a alma. E vocês? 
Já contei em vídeo que fevereiro foi um mês hiper corrido para mim e, até agora não consegui entender como consegui tempo de comparecer à re-estreia do musical Rua Azusa. Fato é, que fui! [risos] E outro fato é que adorei e achei a peça hiper pertinente à discussões poderosíssimas que ainda precisam criar mais raízes em nossas rodas. Então, ainda que com algum atraso e aproveitando que hoje entramos no último mês do espetáculo em cartaz aqui na cidade, compartilho com vocês a dica que mandei na época, por meio do Instagram. :)


1906 - Los Angeles. 

Em meio ao grande conflito da segregação que dividia os Estados Unidos, um homem negro, filho de escravos, chamado William Seymour é escolhido para liderar o movimento que quebrou barreiras raciais, através de uma força invisível que fez estremecer o estado da Califórnia mais do que o grande terremoto em San Francisco. O movimento na Rua Azusa marcou gerações, e permanece até os dias de hoje. Essa história centenária servirá de estímulo para Elizabeth, uma jovem sonhadora que vive um dos maiores conflitos de sua família em 2016.

Com uma trama envolvente e elenco de cantores gospel que dão um show em cena, a peça traz uma importante mensagem que ainda precisa ser muito espalhada e difundida: somos todos iguais. Sucesso de bilheterias, a peça fica em cartaz em São Paulo até 21/04/2019, no Teatro Procópio Ferreira. Vale a pena conferir! ;) 

Serviço
Teatro Procópio Ferreira - Rua Augusta, 2823
Ingressos: pela internet no Ingresso Rápido ou direto na bilheteria no teatro
Valor: de R$25 a R$90
Quando: Sextas, 20h - sábados, 14h30 e 19h30 - domingos, 14h30.
Mais informações em: http://teatroprocopioferreira.com.br/index.php/pecas/rua-azusa/
"Olha o trem saindo da estação
Lá da estação; ah! Que emoção! 
Vem trazendo muita diversão 
Quanta diversão; mas que sensação!
Logo que o trem começa a apitar
Todos sabem que o circo vai chegar
Hoje todos vão se divertir 
Vem o circo aí! Vem o circo aí!"

O desenho Disney de 1941 começava com a cena do circo indo de cidade em cidade com o trem e lembro que essa canção, bem como "ao ver um elefante voar" eram as que mais ficavam na minha cabeça por dias, me fazendo cantarolá-las. Mamãe - e os vizinhos - que o diga! 
Apesar disso, Dumbo nunca esteve entre meus desenhos preferidos - sempre me magoava muito ver as cenas de separação da Sra Jumbo e dele e quando ele entra de palhaço no picadeiro. Aquilo sempre teve um significado pesado para mim, antes mesmo de eu imaginar o que eram todas as reflexões impostas por sua história. Mas, fato é que, ao saber da escolha de Disney por reviver a história de Dumbo em um live action, fiquei mais do que intrigada. E combinei com nada mais, nada menos, que a sra minha mãe para conferirmos o filme no dia da estreia. 


A obra revisitada pelo olhar já aclamado de Tim Burton ganha ares de sonho e pesadelo de um segundo para o outro, especialmente na sua reprodução 3D. Se você for alguém sensível ou estiver em um momento assim, o filme com certeza o fará ir às lágrimas por quase toda sua duração. Se eu chorei? Saí inchada do cinema e acordei com enxaqueca na manhã seguinte. 

A crítica forte ao uso de animais para entretenimento, à separar mães de seus filhos muito cedo e ao bullying que muitos sofrem na infância vem repleta de detalhes e faz até o mais apático dos seres refletir a respeito. 


Outro ponto lindo e emocionante do filme é a construção da rede de boas energias ao redor do pequeno Dumbo, coisa que eu não lembro de ter visto no desenho. As crianças que se compadecem dele pois também acabaram de perder a mãe e, depois, a circense que divide o número do voo com ele que cria empatia por ele e toda sua história são elementos fundamentais para transformar o pesadelo em sonho novamente. E ajudam a dar à platéia algum respiro entre um ataque de choro e outro. 


Contudo, não acredito que esse live-action seja bom para crianças pequenas - como eu era quando me apresentaram Dumbo. Se tivesse filhos, com certeza não os levaria até que pudessem entender um pouco mais sobre as mensagens transmitidas ali e também acho que teria uma conversa com eles antes e depois do filme para garantir que a mensagem que ficou seja a real lição a ser aprendida com esse clássico. 


Dumbo entrou em cartaz no dia 28/03/2019 nos cinemas do Brasil. 

Esta semana tive a grata oportunidade de cobrir o show de Paul Mccartney em São Paulo, para o site Burn Book. Como deve saber a esse ponto, caro leitor, sou jornalista e um dos meus trabalhos e produzir conteúdo para outros canais e não apenas esse aqui, de minha inteira responsabilidade. 
Fiquei imensamente feliz com o convite e em poder vivenciar esse momento único (pelo menos para mim, que nunca havia visto um show do Paul na vida - confesso). Reproduzo abaixo o texto que fiz para o site e também coloco aqui o link direto para ele. :)

Fotos: Fábio Tito/G1

Nesse momento Paul Mccartney está no palco do Allianz Parque, em São Paulo, fazendo sua apresentação extra na cidade. O cantor de 76 anos está de passagem pelo Brasil com sua turnê The Freshen Up Tour e ainda tem uma apresentação em Curitiba.

A energia sentida pela plateia na noite de terça-feira foi singular. O músico entrou no palco às 20h45 sob o som de "It's Been a Hard Day's Night" e logo de cara levou o estádio à loucura. A cada música do show que tem pouco mais de 3 horas de duração, uma plateia mais vibrante fazia coro coro com o músico entoando antigas e novas canções.

O ex-Beatle fez várias tentativas de falar em português com a plateia e também dedicou algumas canções ao momento político vivido no mundo. Tudo isso deixando no fim, uma única mensagem: o que fica é só o amor.

É isso aí Paul! <3


Confira a playlist do show:

  • A Hard Day's Night
  • Save Us
  • All My Loving (The Beatles)
  • Letting Go (Wings)
  • Who Cares
  • Got to Get You Into my Life (The Beatles)
  • Come On To Me
  • Let Me Roll It (Wings, com trecho de Foxy Lady)
  • I've Got a Feeling (The Beatles)
  • Let Me In (Wings)
  • My Valentine
  • Nineteen Hundred and Eighty-Five (Wings)
  • Maybe I'm Amazed
  • I've Just Seen a Face (The Beatles)
  • In Spite of All Danger (The Quarrymen)
  • From Me To You (The Beatles)
  • Dance Tonight
  • Love Me Do (The Beatles)
  • Blackbird (The Beatles)
  • Here Today
  • Queenie Eye
  • Lady Madonna (The Beatles)
  • Eleanor Rigby (The Beatles)
  • Back in Brazil 
  • Fuh You
  • Being for the Benefit of Mr. Mike (The Beatles)
  • Something (The Beatles)
  • Ob-La-Di, Ob-La-Da (The Beatles)
  • Band on the Run (Wings)
  • Back in the U.S.S.R. (The Beatles)
  • Let It Be (The Beatles)
  • Live and Let Die (Wings)
  • Hey Jude (The Beatles) 
  • Início do Bis: Hi, Hi, Hi (Wings)
  • Sgt Pepper's lonely hearts band (The Beatles) 
  • Helter Skelter (The Beatles)
  • Golden Slumbers (The Beatles)
  • Carry the Weight (The Beatles)
  • The End (The Beatles)

Link da matéria no Burnbook: https://bit.ly/2U5rvNq

Há algum tempo que a Loungerie ganhou meu coração e meu dinheiro com suas criações que vão desde a lingerie básica e confortável até a sensual. A gama de peças e coleções é enorme e a marca não para de lançar novidades o ano todo. Recentemente, foi a vez de uma coleção que nos ajuda a brincar com a exposição das lingeries nos looks que pensamos. 

Desenvolvida para a mulher moderna que quer ser sensual na medida certa. Toda trabalhada em um mix de elastano, renda cílios, renda estreita e laise na cor preta. Os sutiãs aparecem em duas opções: com bojo no modelo Demi, revestido de tule e renda com decote trabalhado. E sem bojo, mais delicado, no modelo Underwire, também confeccionado a tule e renda. As calcinhas feitas nos mesmos materiais, aparecem em 3 formas, atendendo a todos os gostos. Os elásticos nas pernas e cintura trazem acabamento excepcional sendo super confortáveis e sem marcar a pele. 

O destaque da coleção fica por conta do top em renda e tule que confere um charme sensual a qualquer produção, seja com um blazer aberto ou uma calça de cintura alta. 


Tanto o top quanto os sutiãs vem no preço de R$129,90 e as calcinhas a R$59,90. Louca para ver como ficam no corpo pois, pelas fotos, fiquei encantada pela coleção! 
Todas as vezes que fui ao Rio, tinha trabalho envolvido. Coisa maluca, uma paulista ir pra cidade maravilhosa e não conseguir nem pisar na areia, ou ver o Cristo Redentor.
Sempre me passava pela cabeça...


Então não é surpresa se eu contar aqui nesse diário de viagem que fiquei extremamente empolgada quando em uma tarde tranquila de domingo, eu e duas amigas resolvemos comprar um pacote de viagem para o Rio de Janeiro para passar maravilhosos 4 dias de sossego e muita praia. 

Confesso, ainda não fui ao Cristo Redentor - acho que minha sina com o Rio é essa, inclusive -, mas já posso dizer que até que conheço pontos bem legais da cidade, o suficiente pra ter um carinho pra lá de especial por ela. Mas vamos ao que interessa: a viagem dessa vez de feriado delicinha em calçadões cariocaix (escrito com a pronúncia local que lindamente acrescenta o 'x' a tudo e me deixa com vontade de falar assim pro resto da vida). 

A melhor coisa de aproveitar um feriado regional pra viajar é evitar muvuca no aeroporto e pegar a cidade no dia a dia normal - o que em alguns casos, como no caso de uma cidade de praia, facilita a curtição numa vibe relax. 

Nosso hotel ficava na Barra da Tijuca - o que nós amamos, já aviso. Eu já achava a Barra um lugar lindo mas, depois dessa mini-temporada eu garrei amor. Ô lugar lindo, Deus! Mais do que recomendo pra ser sua base no Rio, mesmo sendo distante dos pontos turísticos tradicionais e tal. 

Chegamos na quinta-feira de manhã bem cedo, tão cedo que resolvemos já no próprio Galeão parar pra tomar um café no meu amado Starbucks e dar aquele tempinho pra passar o grosso do trânsito causado pela ponte-aérea e também pelo início de dia útil na cidade. 


Feito isso, fomos até o embarque para conseguir nosso Uber até o hotel - e acabamos pedindo um 99táxis que estava bem mais barato. Coisas da vida! Primeira dica então: pesquise em todos os aplicativos que você tiver pois o preço anda muito variável e você pode economizar um bom dinheiro nessa brincadeira. Nós, economizamos 30 reais assim! ;) 

Chegando ao hotel, conseguimos um early check-in: já contei para vocês que eu sou fã de early check-in? Coisa mais linda poder guardar logo as malas, trocar de roupa e curtir a cidade! <3 

Tivemos um probleminha só, na chegada. Como fechamos nossa viagem pelo Decolar, nossa reserva apontava para Gran Nobile Hotel Barra da Tijuca. Ao chegar e muito procurar, descobrimos que ele se transformou em Wyndham Hotel Barra. Mesmo endereço, lugar lindo, 5 estrelas. Tudo certinho. Tudo conforme havíamos contratado. Menos o nome. Frustrante pois levamos um susto mas, passou.

Nosso quarto tinha uma vista espetacular da Praia da Barra e ficava super bem localizado, de frente ao posto 4. Fizemos muitos passeios por ali a pé - inclusive. Eu amo isso, vocês sabem disso!


No primeiro dia caminhamos pelo calçadão, tomamos uma deliciosa e gelada água de coco (não pode faltar nesse verãozão de meu Deus), estendemos a canga na areia um pouco e andamos mais um bocado. Depois, voltamos para o hotel para uma rápida ducha e mudança de look para poder ver o pôr do sol e encontrar um barzinho para curtir a noite e jantar.


Escolhemos jantar no Banana Jack, lugar que foi super bem recomendado para nós por amigos e que fica na rua badalada da Barra da Tijuca: a Olegário. Por lá tem uns quarteirões bem movimentados com barzinhos para todos os gostos (e bolsos).
No dia em que fomos pegamos uma promoção de drinks sensacional: pede 1 leva 2. Fantástico!
Outro ponto muito legal foi o rodízio de comida que meio que funciona como um menu degustação dos pratos da casa (que nesse pedido vem todos em tamanho mini para você conseguir provar - porém você pode repetir o que quiser e quantas vezes quiser). Bem bom, recomendo fortemente a costela deles. Ah! Eles também tem um chopp de banana, meio famosinho. Eu provei mas, confesso que não curti muito. Já as meninas, amaram. Fica a dica pra experimentar ;)


A sexta amanheceu nublada, conforme havia nos adiantado a previsão do tempo. Então dormimos até um pouco mais tarde, tomamos um café da manhã preguiçoso no hotel e fomos passar a manhã na piscina. E que piscina, Wyndham! Fiquei apaixonada por esse espaço do nosso hotel - vale demais visitar (e pedir uma piña colada bem docinha para acompanhar).


Perto de 2 / 3 da tarde fomos caminhar no calçadão e paramos para almoçar em um lugar que também haviam nos recomendado fortemente: o K08 Kate Surfe Club. Um dos quiosques mais lindos que já vi - dá pra reservar um espaço com eles inclusive e passar o dia. E já está na minha lista de desejos para um breve retorno - me aguardem!

Quando a chuva pegou forte, fomos dar umas voltas e nos proteger no Barra Shopping (confesso que tava precisando de um mocha quentinho depois de me molhar e ficar 1 hora no carro com ar condicionado). Como não parava de chover, acabamos não conseguindo "cumprir a agenda" daquela sexta, que contava com uma baladinha no jockey do RJ. Fiquei triste? Fiquei. Mas conseguimos ir para um barzinho da Olegário no fim das contas, quando a chuva deu uma trégua e nos esbaldamos em Serramaltes e tábua de carnes. Foi bem bom, lugar legal, comida boa e gente bonita. Seu bar, o nome. Anotem essa dica. ;)


 O sábado amanheceu lindo e colocamos em prática nosso plano de passar o dia na zona sul do Rio. O roteiro foi basicamente: café no hotel, táxi da Barra até a Lagoa, água de coco mais volta na Lagoa com direito à fotos (lógico!) e depois praia no Leblon. Aqui preciso deixar registrada uma super recomendação: a barraca do Luciano, no posto 11: melhor atendimento do Rio de Janeiro. Vale muito a pena alugar cadeiras, guarda-sol e consumir com os caras. MESMO! E isso não é publi, nós pagamos por todo o serviço. ;)

Lá pelas 17h30 nós iniciamos a caminhada até o arpoador pra assistir o sol se pôr de lá. No caminho teve: chuva, muvuca, arco-íris, areia incomodando, frio, calor... teve de um tudo. Mas chegamos na pedra e subimos para ver o pôr do sol. E olha, que pôr do sol! <3


À noite caminhamos até a estátua do Carlos Drummond de Andrade para um momento turista e também para dar aquele salve para minha amada Copacabana. E foi por lá que decidimos parar na Pizza Hut e ter um jantar paulixta universal: pizza com muito queijo envolvido!

Queríamos ter ido para alguma baladinha? Queríamos. Mas nossos ossos doíam e após essa orgia da pizza, fomos para o hotel tomar banho quentinho e já deixar as malas prontas para curtir até o último segundo a manhã do domingo - que seria nosso último dia da viagem.

Acordamos, nos aprontamos e fechamos a mala. Descemos para o café e já corremos para a praia em frente ao hotel para curtir aquela manhã fabulosa de sol e céu azul. Levei até meu livrinho pra relaxar um pouco, ouvindo o delicioso barulho das ondas de fundo.
Curtimos o mar, nos despedimos do mar. Até logo, disse eu. Não quero mais ficar tanto tempo longe, pensei. E esse pensamento mais parecia uma oração.

Para finalizar nossa viagem, fomos tomar uma última piña colada na piscina do hotel para brindar um fim de semana mais que delicioso. Recomendo e estou anotando aqui, pra mim mesma, que ter momentos assim são essenciais. Não precisa ir longe para renovar as energias. Só precisa ir.

- Valeu Rio, daqui 10 dias estou de volta pra matar a saudade que já está me matando. Me espera.. <3